Muitas pessoas convivem com dores crônicas no pé e no tornozelo por anos, adiando o tratamento definitivo por um motivo recorrente: o medo da dor no pós-operatório.
Essa preocupação é compreensível — mas, em 2026, ela já não reflete a realidade da medicina ortopédica moderna.
Hoje, o foco da cirurgia vai além da correção técnica da patologia. Ele está na experiência completa do paciente: menos dor, mais segurança e uma recuperação significativamente mais rápida. Isso é possível graças aos Protocolos de Recuperação Acelerada, que transformaram a forma como encaramos o pós-operatório.
Neste artigo, você vai entender como tecnologia, técnica cirúrgica e gestão inteligente da dor estão mudando o cenário da cirurgia de pé e tornozelo.

A base de uma recuperação confortável começa ainda no centro cirúrgico.
Com a evolução das cirurgias minimamente invasivas (MIS) e da artroscopia (cirurgia por vídeo), o impacto sobre os tecidos ao redor da lesão é drasticamente reduzido.
Pequenas incisões resultam em menos sangramento, menor inchaço e cicatrização mais rápida.
A preservação de músculos, tendões e ligamentos reduz a resposta inflamatória do corpo — o que se traduz diretamente em menos dor no pós-operatório.
Menos agressão ao organismo significa uma recuperação mais inteligente.

Uma das maiores revoluções na gestão da dor cirúrgica é a anestesia regional guiada por ultrassom.
Em vez de depender exclusivamente de medicações sistêmicas, o anestésico é aplicado com extrema precisão diretamente nos nervos responsáveis pela sensibilidade do pé ou do tornozelo.
O resultado é claro:
o paciente acorda da cirurgia sem dor na região operada, com um efeito analgésico que pode durar várias horas — exatamente no período que antes era considerado o mais desconfortável.
Mais conforto, menos necessidade de analgésicos fortes e uma experiência muito mais tranquila.
Ficar semanas sem apoiar o pé no chão já não é a regra.
Sempre que o tipo de cirurgia permite, os protocolos modernos estimulam a carga precoce, com o auxílio de botas ortopédicas modernas e controle médico rigoroso.
Esse movimento controlado melhora a circulação sanguínea, reduz o inchaço e diminui o risco de trombose.
Além disso, quanto antes o corpo entende que pode se mover com segurança, mais rápida é a resposta neuromuscular e funcional da recuperação.
Movimento orientado é parte do tratamento.
A medicina atual abandonou a lógica do “remédio único e forte”.
Hoje, utilizamos a gestão multimodal da dor, combinando diferentes classes de medicamentos que atuam em mecanismos distintos do processo doloroso.
Essa estratégia reduz a necessidade de opioides e minimiza efeitos colaterais como náuseas, tontura e sonolência, comuns em protocolos antigos.
O resultado é um pós-operatório mais confortável, mais lúcido e mais seguro.
A cirurgia de pé e tornozelo em 2026 não é sinônimo de sofrimento.
Com tecnologia, planejamento e protocolos modernos, ela se torna um caminho seguro para recuperar liberdade de movimento, autonomia e qualidade de vida.
O trabalho do Dr. Erico Myung é justamente garantir que cada paciente retorne às suas atividades — seja caminhar sem dor ou voltar ao esporte — com o máximo de conforto possível.
Não permita que o medo do pós-operatório adie sua recuperação.
A medicina moderna evoluiu — e trabalha a seu favor.
Agende uma avaliação com o Dr. Erico Myung e esclareça, com segurança, qual é o melhor caminho para o seu caso.
Conteúdo revisado por especialista
Dr. Erico Myung
Ortopedia e Traumatologia | Cirurgia de Pé e Tornozelo
Atendimento em São Paulo e Campinas